Um casal de amantes se encontrava toda a semana para namorar, ele homem maduro e ela também.
Terça-feira meio dia, ela liga para ele, ele atende:
_ Oi meu docinho lindo, eu estou quase louca
_ Porque minha linda?
_ Estou toda molhada, e parece que dentro de mim tem um montão de borboletas.
_ Então vamos nos encontrar, hoje depois das 6 horas.
_ Tá bom, vou te esperar.
Seis da tarde e ele esta lá para pega–la, vão comer um lanche, tomam uma cervejinha e conversam sobre assuntos do cotidiano, então trocam olhares e percebem que o clima está ficando quente, está na hora de partir para um lugar mais reservado.
Depois do lanche vão tomar um banho para se refrescar, começam a brincar como duas crianças, se beijando e com o sabonete um lava as partes intimas do outro, os beijos vão ficando mais intensos, mais quentes e molhados, atiçando os desejos.
Saindo do chuveiro deitam na cama, e com as brincadeiras eróticas o tempo vai passando sem que notem, naquele momento aos poucos ela começa a abrir as pernas e ele se aproxima lentamente e com sua lança começando a viagem para o interior de sua gruta umedecida e sedenta de prazer, aos poucas, sem pressa, adentra latejando, e ela com contrações, com as pernas tremendo de prazer, em um ritmo de valsa se encontram no fundo, e recomeçam, mais rápido, mas com carinho, então trocam um longo e apaixonado beijo, ele a fita bem dentro dos olhos e recomeça, como num passe de mágica ela o suga para dentro de seus olhos e ele mergulha em sua alma, maravilhado ele se entrega a deusa do amor e neste momento surgem as borboletas, como num ritual divino ele é levado para um vôo mágico, sentindo em seu rosto o frescor das asas e o carinho de seda em sua alma.
As horas se passam e repentinamente ele sente que se permanecer mais um pouco ali nunca mais vai sair, porque as borboletas através da mulher falavam coisas de amor infinito, palavra doces como mel, então ele lembrou do canto das sereias seres mitológicos que os marinheiros tanto temiam.
E as borboletas suplicavam sua permanência, e ele voltava com mais um beijo frenético e soltando um urro de leão, como que demarcando seu território, e em movimentos frenéticos inundava a sua gruta do amor, e ela tomada por um tremor de volúpias tem incontáveis orgasmos, terminando três horas depois abraçados entre lençóis contorcidos, travesseiros desarrumados e roupas no chão.
Entrelaçados e ofegantes, caiem nos braços de Morfeu, adormecendo um sono profundo e reconfortante, a cidade começa a acordar e eles se levantavam, ele a leva para o trabalho e marcam um novo encontro para a próxima semana, mesma hora mesmo local.
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O autor deixa no ar se alguém de vocês alguma vez já voou com borboletas, respondam se tiverem coragem, isto é possível, dou minha palavra a vocês.
7 comments ↓
Infelizmente ainda não encontrei borboletas que me fizessem voar assim… mas ainda procuro e acho que avistei alguma por ali… ja vou indo
Abraços
oh veio,que história heim!!!
será que algum dia terei uma experiência destas,
hummm só o tempo me dirá.
Grande amigo Polonia, tenho adorado essas suas ”escrituras”.
Penso que qdo estou na companhia de minha nobre amada, essas borboletas nos tomam tambem, e nao seria mto eu dizer que nós dois trocamos as nossas borboletas, umas pela do outro.
Tenho provado o belíssimo e prazeroso voo das borboletas em mim, fazendo com que cada vez eu me sinta mais apaixonado e feliz ao lado dela.
Um forte abraço, deste seu amigo que o considera muito, Henrique.
Curti o texo, me empolguei =D
Oi Emerson…
Demorei, mas vim hoje com tempo para ler seus textos…
Interessante, neste texto vc parte do “corriqueiro”, usando uma linguagem “corriqueira” e, transforma tua linguagem assim como o momento entre o casal… …e, muito bom o enprego das “borboltas”… asas, viagem, leveza, sutilidade… yes….
Nossa!!!
Que maravilhas as borboletas nos podem fazer…
Quando amamos isso realmente pode acontecer.
hummmm…tdo de bom!
sem comentários, mas como tudo q é muito bom, tbém muito raro.srsrsr
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